Nada é indestrutível

O muro de Berlim foi um grande marco Alemão. Criado após a 2ª Guerra Mundial, dividia a Alemanha em duas partes. A Alemanha Ocidental, que era capitalista, e a Alemanha Oriental, que era comunista. Num lado havia liberdade. Do outro havia de tudo menos isso. A repressão era tal que quem tentasse passar para o lado liberal teria que enfrentar uma morte certa. O muro estava protegido por vários obstáculos, incluindo homens armados com permissão total para matar. É incrível a maneira em como um simples muro pode fazer a diferença entre a liberdade e a repressão. Tudo isto devido a uma guerra que o próprio país criou sem o mínimo sentido! Vários anos sem poderem falar à vontade, um total inferno! Mas a liberdade chegou no dia 9 de Novembro de 1989 com a sua queda. O muro foi deitado abaixo e ambas as partes da Alemanha poderam unir-se. Acho que foi um grande feito na Europa. A unificação de dois povos irmãos separados por guerras humanas. Agora, o que dividia dois mundos não passa agora de memórias para esquecer.

O que é a Literatura?

Para mim, a Literatura é uma forma de nos expressarmos. Um escritor, ao escrever um livro, pode expressar os seus sentimentos e ideias, tal como num diário, mas este é público. E, tudo aqui fica organizado. Todas as palavras têm um sentido e não estão lá por acaso. A Literatura é uma arte, e por isso, nem todos a podemos conceber. Mas, o treino leva sempre a algum lado. Mas isso agora é outra história...

Eu, quando leio um livro de que gosto, concentro-me tanto nele que parece que estou a viver a história lá escrita. Mas, quando são livros aborrecidos, isso não acontece e parece que uma página demora uma eternidade para ser lida. Nem todos podemos gostar do mesmo livro ou do mesmo tipo de livros. Se assim fosse, a Literatura não existira com o valor que lhe damos hoje e ninguém escreveria livros. É por isso que a Literatura é especial. Não podemos pensar nos outros e escrever o que achamos que eles gostam. Devemos escrever o que gostamos.

Manuel Alegre

Neste poema, Manuel Alegre fala-nos acerca de Portugal. Da sua grandiosidade enquanto país. No início, começa por dizer que é de uma Europa de Periferia. De facto, antigamente, Portugal era o "centro da Europa". Era a partir dele que se realizavam grandes trocas comerciais. Podíamos mesmo chamar a Portugal a "Capital da Europa". Foi também através dele que grandes tripulações partiram à descoberta de novas terras. É isso que é falado na segunda quadra. Portugal dedicou-se bastante ao mar.
Mas a vida não é feita apenas de coisas boas. Portugal teve também os seus insucessos. Manuel Alegre diferencia isto com as expressões "sol" e "sombra". São referidos alguns dos obstáculos, tais como as trombas de água e o Fogo de Santelmo.
No fim deste poema, o poeta acaba com a espressão "E Europa que não mais Mestre não mais", querendo dizer que Portugal não é importante devido á sua localização.

Steve Jobs

"E mesmo assim, a morte é o destino que todos nós compartilhamos. Nunca ninguém escapou dela."

De facto, esta frase faz todo o sentido. A morte é uma coisa que todos devemos encarar e não devemos recear. Não é nada de outro mundo. Até porque, se ninguém morresse, o mundo seria uma total catástrofe. Isso foi proferido na frase seguinte em que Steve Jobs diz: "A morte é muito provavelmente a melhor invenção da Vida." Se ninguém morresse, não haveria espaço para os novos. As pessoas idosas teriam de ter sempre os cuidados de que necessitam, e isso implica muitas vezes tempo aos seus filhos ou outras pessoas mais próximas.

Para que percebam melhor tudo isto, deixo-vos aqui um vídeo do discurso de Steve Jobs.

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=BxsHpFaRK3I

Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=OG502oaFEgc