Manuel Alegre

Neste poema, Manuel Alegre fala-nos acerca de Portugal. Da sua grandiosidade enquanto país. No início, começa por dizer que é de uma Europa de Periferia. De facto, antigamente, Portugal era o "centro da Europa". Era a partir dele que se realizavam grandes trocas comerciais. Podíamos mesmo chamar a Portugal a "Capital da Europa". Foi também através dele que grandes tripulações partiram à descoberta de novas terras. É isso que é falado na segunda quadra. Portugal dedicou-se bastante ao mar.
Mas a vida não é feita apenas de coisas boas. Portugal teve também os seus insucessos. Manuel Alegre diferencia isto com as expressões "sol" e "sombra". São referidos alguns dos obstáculos, tais como as trombas de água e o Fogo de Santelmo.
No fim deste poema, o poeta acaba com a espressão "E Europa que não mais Mestre não mais", querendo dizer que Portugal não é importante devido á sua localização.

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